quinta-feira, 19 de março de 2009

Passaram em Branco

Só para anotar, duas notinhas passaram em branco nos últimos dias:

- Jean Todt desligou-se definitivamente da Ferrari. Presente na equipe de Maranello desde 1993, o francês foi um dos responsáveis pela reestruturação da equipe nos anos 90/2000. Como diretor-esportivo da escuderia italiana, Todt elevou o nível de profissionalismo da equipe rossa, profissionalismo que culminaria na acachapante rotina de títulos da equipe na última década.

De 1993 a 2007 Todt ocupou a cadeira da direção-esportiva da Ferrari. Desde então dedicou-se a expedientes internos dentro da empresa. No início dessa semana, afastou-se definitivamente da fábrica italiana, encerrando uma das passagens mais brilhantes e memoráveis da equipe.

De Olho no Videokê: Deixe a Menina, Ecclestone

- Na semana passada foi divulgada a separação formal entre Bernie Ecclestone e Slavica, a croata com traços de modelo com a qual o dirigente da F-1 foi casado durante 24 anos.

Do casamento entre Bernie e Slavica restam duas filhas. O divórcio deve ser conhecido como a mãe de todas de divisões de bens, tendo em vista a colossal fortuna de Ecclestone. Slavica foi a autora do pedido, alegando que o comportamento de Bernie era excessivamente peculiar e impedia a boa convivência entre os dois enquanto cônjuges.

Entendam “comportamento excessivamente peculiar” da forma que quiserem. A mim, parece apenas uma coisa: uma mulher deste tamanho é grande demais para ser guardada a sete chaves. Slavica, possivelmente, quer outros horizontes e um casamento com um homem da estatura (e da idade) de Ecclestone certamente não lhe proporciona essa nova “visão”, se é que me entendem. Afinal, um senhor nessa altura da vida já não deve proporcionar a Slavica a slavicada que ela merece e deseja.

Uma dica para o tio Bernie: deixe a menina, caro senhor.




"deixe a morena contente, deixe a menina sambar em paz..."

6 comentários:

Marcos Antônio Filho disse...

é Fábio, com essa boba da pontuação do campeonato deixamos passar essas...Jean Todt fez um ótimo trabalho na Ferrari, e lá era como um almoço de domingo de família italiana(quem viu sabe o que estou falando) e depois dele se tornou uma equipe extremamente profissional.

F. Grijó disse...

Boa, Fábio.

Agora, diga-me: o que as viúvas de Senna dirão sobre isto?

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1051285-9842,00-EM+ENTREVISTA+A+KAKA+FELIPE+MASSA+COMPARA+SCHUMACHER+A+PELE.html

Vão massacrar o Massa? Ou a Rede Globo ignorará, para não levantar polêmicas?
Massa afirma que Schummacher foi mais completo. E agora??

Abraço

Ron Groo disse...

"Deixe a menina" é maravilhosa, mas pra este caso iria melhor o "Que pena" do Jorge Ben... manja?

"Ela já não gosta mais de mim/mas eu gosto dela mesmo assim/que pena!"

Ron Groo disse...

Grijó... Massacrar o Massa porque? é a opinião dele. E eu e mais um monte de gente muito melhor que eu concordamos com o Massa, ninguém ganha 7 titulos atoa.

F. Grijó disse...

Ron, eis a questão.
A Rede Globo mantém esse "heroísmo" do Senna e, não sei exatamente por quê, imacula sua imagem. Quando Massa vem a púbico e afirma que Senna não é o número 1, espera-se uma reação negativa por parte de uma emissora que era praticamente sócia de Ayrton e que, inclusive, é pareceira do Instituto Ayrton Senna.
Mas ela - ao que parece - minimizou a fala do Massa. Aliás, ignorou-a. É mais cômodo.

Eu concordo absolutamente com o Massa. Schummacher é o maior de todos os pilotos. Mas tente dizer isso a brasileiros que, diferentemente de vc, consideram o alemão apenas mediano.
Mediano com 7 títulos?

Abraço.

Fábio Andrade disse...

Marcão: é fato. A história da Ferrari pode claramente ser dividida em antes e depois de Todt. Os italianos devem ser eternamente gratos ao francês;

Groo/Grijó: bem, concordo com o Felipe tmb. Não acompanhei a carreira do Ayrton de perto, afinal tinha 5 anos quando ele morreu. Mas aqui no Brasil não é difícil conhecer tudo o que envolve o Ayrtone rapidamente os acontecimentos envolvendo seu nome se tornaram familiares para mim.

A trajetória do Schumacher foi bem mais palpável. Vi acontecer diante de mim, vi aquele queixudo derrubar todos os recordes e reestabelecer um padrão de profissionalismo dentro do esporte. Pelo significado e pela superlatividade de seus números, além de sua incrível capacidade de extrair o máximo do carro, Schumi é inegavelmente o melhor.

No final das contas, acho que não faz sentido para a Globo e para niguém massacrar o Felipe por uma declaração que apenas emite uma preferência e uma opinião. Seria um debate um tanto quanto requentado.