Dia cheio de pequenas novidades para quem está De Olho na F-1. Duas delas chamaram a atenção:
- O Calendário-2009, que já fora divulgado, sofreu novas alterações. Depois das saídas das corridas do Canadá e da França, a Federação Internacional de Automobilismo decidiu remodelar o calendário do ano que vem. O mundial que iria até o dia 15 de novembro terminará no dia 1º do mesmo mês. Com essa decisão, o GP Brasil volta ao mês de outubro, no dia 18.
O GP China, tradicionalmente realizado no último terço do ano, foi transferido para o princípio de 2009. Será a terceira prova da temporada que vem.
Ficou assim, o Calendário-2009:
29/03 - Austrália
05/04 - Malásia
19/04 - China
26/04 - Bahrein
10/05 - Espanha
24/05 - Mônaco
07/06 - Turquia
21/06 - Inglaterra
12/07 - Alemanha
26/07 - Hungria
23/08 - Europa (Valência)
30/08 - Bélgica
13/09 - Itália
27/09 - Cingapura
04/10 - Japão
18/10 - Brasil
01/11 - Abu Dhabi
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A outra mudança que saltou aos olhos foi um pouco mais profunda. A FIA anunciou alterações importantes no que diz respeito às punições aplicadas aos pilotos durante as corridas. Devido ao grande número de sanções polêmicas aplicadas em 2008, a federação passará a adotar novos expedientes, na tentativa de tornar a relação fiscal-público mais amena.
O ritual punitivo que funcionou até hoje era o seguinte: uma comissão de fiscais locais (ou seja, em cada prova havia uma comissão diferente) julgava os casos suspeitos como ultrapassagens indevidas e qualquer outra espécie de fuga às regras da F-1. Essa comissão não era obrigada a justificar a punição. Apenas ficava encarregada de anunciá-la durante a prova.
A partir de 2009 as coisas mudam. Numa tentativa de dar mais lisura ao processo, a FIA passará a se pronunciar sobre as punições em seu site oficial e no site oficial da própria F-1. Nesses pronunciamentos a entidade divulgará vídeos e fotos nos quais os fiscais se embasaram para chegar às conclusões.
Também acontecerão mudanças na estrutura do corpo de fiscais. Do ano que vem em diante, dos três fiscais existentes em cada corrida, apenas um poderá ser local. Os outros dois terão de ser internacionais. Todos eles passarão por períodos de aprendizagem antes de se efetivarem como oficiais de fiscalização de corridas de F-1.
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Depois disso tudo fica a pergunta: ao invés de instituir novas regras, seria mais interessante diminuir o nível de interferência dos fiscais nas corridas, não?
As imagens do dia
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Há 2 dias
Essa a maior novidade do